
Luis Souto não se mostra afetado pelas divergências internas que têm marcado a vida do PSD de Aveiro desde que ‘entrou na corrida autárquica’, prolongando-se até aos últimos dias, em que foi conhecida a indicação de Firmino Ferreira, líder da concelhia, para candidato a deputado.
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“São casos à parte do processo autárquico”, ressalvou, procurando afastar a sua candidatura das turbulências mais recentes após a troca de Ângela Almeida pelo presidente da concelhia na lista pelo círculo distrital para a Assembleia da República, depois da ainda deputada ter sido aprovada por unanimidade ao mesmo tempo que era atingida ‘em cheio’ pela polémica em torno do grau académico que exibia sem corresponder à verdade.
“São questões partidárias normais, de norte a sul, se for ver, sempre que há preparação das listas, existem ‘dores de parto’. Claro que ninguém estava à espera de eleições antecipadas. Há sempre alguma perturbação nos processos autárquicos. Não vou dizer que somos totalmente imunes. Nos outros partidos também não, nós somos muito abertos, as pessoas fazem questão de se manifestar publicamente. Somos um partido muito vivo”, declarou.
Luis Souto aproveita para “assinalar um aspeto muito importante no meio de todas estas situações, com tomadas de posição individuais, que as pessoas têm assumido: ainda não ouvi uma qualquer voz ou relacionar essas crises com a escolha do meu nome para a Câmara de Aveiro”.
“Sabemos que há, é normal, mas não houve nenhuma destas pessoas com responsabilidades partidárias que saia em confronto com a pessoa designada no processo autárquico”, acrescentou, lembrando que mesmo Simão Santana afastou-se da liderança da concelhia do PSD “sem nunca afirmar publicamente ou nas conversas comigo que foi pela questão do meu nome, era mais a questão processual”. Já as posições de Ribau Esteves, declaradamente contra a escolha feita, não mereceram referência.
“Nós seguimos o nosso caminho, a trabalhar intensamente para planificar a campanha, conversas com as pessoas, a organizar. Vamos em frente”, concluiu Luis Souto que falava à entrada do debate sobre mobilidade suave organizado pela associação Ciclaveiro, este sábado de manhã.
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