Uma queixa apresentada pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) no Ministério Público (MP) contra a presidente da Junta de Freguesia de Aradas, Catarina Barreto, por alegada prática de factos que levantaram a suspeita de violação “do dever de neutralidade, do dever de imparcialidade e a proibição de publicidade institucional” não avançou para outras diligências.
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A Junta de Freguesia informou, esta tarde, em comunicado, que no processo de 2023 “foi proferido despacho de arquivamento”.
A presidente da autarquia acrescenta, a propósito, que “até à presente data, as diversas queixas apresentadas em diferentes organismos, têm sido sucessivamente arquivadas.”
Discurso direto
“A Junta de Freguesia e a sua Presidente Catarina Barreto, aproveitam para lamentar a forma de fazer política, colocando em causa toda a atuação da Junta de Freguesia e da sua Presidente, remetendo sucessivas queixas para diferentes Organismos, denegrindo e prejudicando a imagem da Junta de Freguesia de Aradas, do Executivo e da Presidente Catarina Barreto”.
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